
Durante meses resisti ao IKEA. Foram largos meses de resistência. Até um dia. O fatídico dia que me foi transmitido, superiormente, da exiguidade do orçamento disponível para a aquisição de vasta panóplia de móveis de escritório. A saber: três secretárias (das de quatro pernas, bem entendido), uma mesa de reuniões decente (ou perto disso), um móvel para arrumos e arquivo morto, cadeiras e um biombo. Tudo pela módica quantia de €300,00. Repito, trezentos euros. Uma fortuna, como facilmente se compreende. Lembro-me de gozar o CAA quando se declarou impotente perante a força do IKEA e do respectivo chamamento familiar. Gozei, gozei e acabei por pagar.
Porém, continuo a resistir com todas as forças a algo ainda mais diabólico: a Nespresso. Eu, consumidor diário de valentes doses de cafeína. Nunca menos de meia dúzia. Uma dose diária cavalar. Seis cimbalinos. No mínimo.
Recuso-me a comprar a Nespresso. Mesmo que tire, e tira, maravilhosos cimbalinos de chorar por mais. Sempre que a tentação se avizinha, recuo. Nem pensar. Eu não tenho pachorra para estar uma hora na bicha (sim, bicha! que fila é para mouros) para adquirir um pacote de doses de cimbalino. Sou daqueles que ri a bom rir quando vê a loja da Nespresso a abarrotar pelas costuras. Por acaso já repararam no ar de profunda tristeza da maralha em pé, ordeiramente, esperando a sua vez, por exemplo, na loja da Nespresso do Norte Shopping? É de loucos.
Uma Nespresso? Isso só para o enganador do Clooney. Eu continuo firme: nada como um cimbalino no Luar. Curto e em chávena fria, s.f.f.
Porém, continuo a resistir com todas as forças a algo ainda mais diabólico: a Nespresso. Eu, consumidor diário de valentes doses de cafeína. Nunca menos de meia dúzia. Uma dose diária cavalar. Seis cimbalinos. No mínimo.
Recuso-me a comprar a Nespresso. Mesmo que tire, e tira, maravilhosos cimbalinos de chorar por mais. Sempre que a tentação se avizinha, recuo. Nem pensar. Eu não tenho pachorra para estar uma hora na bicha (sim, bicha! que fila é para mouros) para adquirir um pacote de doses de cimbalino. Sou daqueles que ri a bom rir quando vê a loja da Nespresso a abarrotar pelas costuras. Por acaso já repararam no ar de profunda tristeza da maralha em pé, ordeiramente, esperando a sua vez, por exemplo, na loja da Nespresso do Norte Shopping? É de loucos.
Uma Nespresso? Isso só para o enganador do Clooney. Eu continuo firme: nada como um cimbalino no Luar. Curto e em chávena fria, s.f.f.
