“Na verdade, o deserto não existe: se tudo à sua volta deixa de existir e de ter sentido, só resta o nada. E o nada é o nada: conforme se olha, é a ausência de tudo, ou, pelo contrário, o absoluto. Não há cidades, não há mar, não há rios, não há sequer árvores ou animais. Não há música, nem ruído, nem som algum, excepto o do vento de areia quando se vai levantando aos poucos – e esse é assustador.
Será assim a morte, também, Cláudia?”
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História constitucional (19): A origem do moderno poder local democrático
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[Torre de Almedina, antigos paços muncipais medievais de Coimbra]
*1. *Uma exposição que acaba de abrir em Coimbra, sobre a evolução do
governo municipal...
Há 17 horas

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