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sábado, 28 de março de 2009

JN

É a segunda vez.
Claro que fico contente. Da primeira vez foi um colega de trabalho que viu. Desta vez vi eu. Logo me telefonou um amigo com a treta de sempre: “és um facínora, lá meteste outra vez o sinaleiro e blá, blá, blá”. Escusado será dizer que procurei explicar-lhe que não. Que não fui eu e que nem conheço a(s) pessoa(s) que selecciona os blogues. Não vale a pena. É sempre mais fácil acreditar em teorias mais ou menos conspirativas.
A minha mulher, ser bem mais sensato que eu, lá tentou demover-me de ficar, em bom português da Areosa, "refodido" com a acusação e não ter evitado mandar “bardamerda” o meu interlocutor.
Claro que fico contente quando o JN cita o blogue e logo um jornal com o qual não costumo ser meigo – somos sempre mais exigentes com aqueles que nos estão próximos. Faz bem ao ego. Como fico sempre que outro blogue ou outro jornal o faz. É bom saber que andam por aqui.
Por isso, uma vez mais, obrigado e voltem sempre.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Controlinveste - Greve:

Jornalistas em greve na Controlinveste, info AQUI
Actualização às 22h via Lusa, AQUI

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Vamos mesmo fazer de conta?

Por acaso, meu caro Zé, o Mário Crespo foi funcionário público, como milhares de outros sem que tal signifique ter feito carreira à custa dos nossos impostos, como sei que concordas.
Vá lá, façamos de conta que não sabemos que o Mário Crespo foi, primeiro, mandado para os EUA como castigo pela entrevista feita a Mário Soares e que, segundo, não satisfeitos, o colocaram numa prateleira por não alinhar no soarismo vigente à data.
Façamos de conta, caro Zé e BRMF, que não estamos perante um artigo de opinião, com tudo o que tal representa. Façamos de conta que Silva Pereira não o tratou como se Mário Crespo não fosse mais do que a sua sopeira de serviço. Façamos de conta que o problema não é a licenciatura faz de conta, a universidade faz de conta, o inglês faz de conta, os projectos faz de conta e tudo o resto.
Mesmo que eu acredite na inocência de Sócrates quanto ao Freeport e nisso não estou a fazer de conta, não posso deixar de afirmar que o artigo de Mário Crespo é, independentemente do resto, de uma liberdade de opinião nada habitual. Rara em Portugal. Mais rara ainda no jornalismo nacional.
Mesmo considerando que a tirada "o tio é mesmo tio" tenha sido absolutamente confrangedora, não é uma andorinha que faz a primavera. Sobretudo de uma carreira feita a pulso e depois de o ter visto levantar do chão.
Por isso admiro Mário Crespo e por isso não faço de conta que não gostei.